Desenhos e posters
le coté obscur de la force.
“Guerra nas estrelas” tem o estranho condão de não gerar nada, em termos de idéias. Nunca li nada de inteligente sobre a série. Só platitudes, como as resumidas acima. A série é uma máquina de destruir pensamentos.
“Destruição” me parece a palavra-chave. Os seis filmes se comprazem, demonstram prazer, em mostrar destruição. Destruição da natureza e também da humanidade: são explosões, brigas, guerras, anulações seguidas, velozes. Tudo é destruído.
A humanidade praticamente não existe. Salvo engano, o único personagem humano, um homem de carne e osso, era o interpretado por Harrison Ford (era Han Solo, pois não?). Os outros são semi-divindades, heróis, monstros, robôs, máquinas.
A série, pois, refletiria um anseio de destruição, uma sociedade onde a humanidade já não tem por que existir. Ela chegou ao fim e o nada triunfou.
“Destruição” me parece a palavra-chave. Os seis filmes se comprazem, demonstram prazer, em mostrar destruição. Destruição da natureza e também da humanidade: são explosões, brigas, guerras, anulações seguidas, velozes. Tudo é destruído.
A humanidade praticamente não existe. Salvo engano, o único personagem humano, um homem de carne e osso, era o interpretado por Harrison Ford (era Han Solo, pois não?). Os outros são semi-divindades, heróis, monstros, robôs, máquinas.
A série, pois, refletiria um anseio de destruição, uma sociedade onde a humanidade já não tem por que existir. Ela chegou ao fim e o nada triunfou.












